Uma assessoria jurídico-trabalhista competente evita o que se tornou comum chamar de “jus esperniandi”. Numa analogia, coloque-se trancas por toda casa, depois que foi arrombada e que os meliantes se valeram dos bens disponíveis. Para ser competente e ajudar o cliente a ter tranqüilidade, a economizar dinheiro, e a agir corretamente, é necessário que previamente e pró-ativamente se prepare os gestores da organização (chefia em geral, RH, profissionais afins) a conhecer e a atuar de acordo com a legislação. Imagine que hoje um gerente de sua empresa precisa demitir alguém por justa causa, baseado num ato de indisciplina ou de mau procedimento. Como tomar as providencias dentro da lei? Suponha também sua empresa enfrente uma reclamação trabalhista. É dia da audiência. Como agirá a pessoa que representará a empresa (preposto). Como as testemunhas e demais provas serão produzidas? Se um fiscal do trabalho chegar hoje à sua empresa, qual será o número de irregularidades que ele encontrará. Quantos autos de infração sua empresa sofrerá? Se sua empresa pensa em dar “uma engraxada” no fiscal, comece a pensar que está é a pior solução, um caminho desaconselhável. Quando
sua empresa tem uma gestão profissional na área ligada
aos
direitos dos empregados e prestadores de serviço, os gestores
têm
noites mais tranqüilas e a empresa não se inviabiliza com
um passivo trabalhista impagável (o que não é incomum
nos dias de hoje.
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